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25 de jun de 2009

ILUSÃO ÓPTICA - Persistência da Visão

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Olhe fixamente no centro da arara durante 40 segundos.

Em seguida, olhe dentro da gaiola e verá a arara, mas com mudança de cor: o azul muda para o amarelo e vice-versa.



Isto acontece quando as células foto-sensitivas cansam e compensam com a imagem negativa.

20 de jun de 2009

DICAS PARA ESTIMULAR UMA VISÃO PREGUIÇOSA


Geralmente, os oftalmologistas indicam uso de tampão em crianças com ambliopia.
O ideal é realizar atividades do interesse da criança.
Pra começar, dependendo do grau de visão que ela possui, selecione atividades ideais para crianças com idade inferior a que ela se encontra. Atividades como: pintura, recorte, colagem, modelagem com massa de modelar, desenho livre, entre outras, são muito bem aceitas pelas crianças. O cuidado que se deve ter com atividades de desenhos é com relação ao tamanho e ao contraste.
Utilizando atividades referentes a fase anterior durante o início dos atendimentos poderá proporcionar maior segurança a criança, preparando-a para as atividades da fase seguinte.
É preciso ter paciência! Provavelmente ela terá um pouco de dificuldade, principalmente devido incômodo por causa do tampão.
Realize uma atividade por vêz e até que ela demonstre desinteresse ou total domínio não mude o estilo da atividade, ok? Faça com ela, ajudando-a, dando pistas no início, orientando... assim poderá estimulá-la a não desistir.
Mas, atenção! Permita que ela se aproxime para visualizar melhor, procure um local bem iluminado (ela lhe dirá se está bom!) e, se necessário utilize uma luminária direcionada para a atividade (cuidado para não focar no rosto da criança). Se necessário, ou se perceber cansaço ou fadiga, faça intervalos discretos, como conversar sobre algo que a atividade lembre (sempre assuntos com relação a atividade ou o que ela representa).
Qualquer dúvida estarei pronta em ajudá-los(as), ok?
Espero ter ajudado.Grande abraço!

Se quiser deixem o depoimento contando como foi sua experiência...

17 de jun de 2009

SUGESTÕES PARA ADAPTAÇÃO DE TEXTOS DIDÁTICOS PARA ALUNOS COM BAIXA VISÃO


A maioria das pessoas com baixa visão apresenta grande dificuldade em atividades que envolvam a leitura e a escrita. Como elas possuem maneiras próprias de ver, é praticamente impossível estabelecer-se um padrão gráfico único que atenda a todas com a mesma eficiência.

Mesmo cientes dessa limitação, consideramos importante instituir parâmetros que atendam ao maior número possível de pessoas que terão, pelo menos, uma parte de suas necessidades atendida, e dessa maneira possibilitar seu acesso ao conhecimento.

Por isso indicamos, abaixo, alguns modelos a serem adotados na adaptação de textos para a clientela de baixa visão

• Fonte: Arial, Verdana ou Tahoma. Não utilizar letras rebuscadas ou com serifas;

• Corpo: 24, em negrito;

• Número de caracteres por linha: de acordo com Natalie Barraga (1985), é recomendável o máximo de 39 caracteres por linha;

• Entrelinhas: sugerimos um espaço e meio entre as linhas para tornar a leitura mais eficiente;

• Espaço entre as palavras e letras: padrão;

• Cor do papel e da tinta: o papel branco, marfim ou gelo sem brilho e tinta preta proporcionam maior contraste;

• Opacidade do papel: suficiente para evitar sombreamento pelo seu verso (segundo FNDE/SEESP – gramatura mínima de 90g);

• Ilustrações: figuras simples, com poucos detalhes; contornos espessos e bem definidos, contrastantes com o fundo; cores vivas.

Elas devem estar próximas ao texto que lhes faz referência.

As ilustrações bem empregadas enriquecem o texto e facilitam sua compreensão.

Fonte: www.ibc.gov.br

16 de jun de 2009

EFEITO TROXIER - AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM

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O que devemos fazer é simplesmente fixar o nosso olhar no ponto negro localizado no centro da imagem acima. Passados alguns segundos, poderemos comprovar como os retângulos azuis desaparecem. Em geral, a latência deste efeito dura 20 segundos ou mais e é influenciada por características da imagem (tamanho, estabilidade, excentricidade, bordas, cor e brilho do objeto).

Troxler, em 1804, descreveu este fenômeno como um alívio temporário da percepção visual, produzido ao fixarmos o olhar num campo visual estático, onde um objeto imóvel localizado no campo visual periférico desaparece após alguns segundos e reaparece imediatamente caso haja movimento ocular.

A explicação deste fenômeno é atribuído ao córtex cerebral (Ramachandran et al., Safran e Landis in Couto 2006), sem relação direta com o processo de adaptação de fotorreceptores retinianos ou pós imagem.

Fontes:
http://arquitecturarioja3d.blogspot.com
COUTO,Márcia F. Preenchimento Perceptual em Tricromatas e Dicromatas. Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal da Universidade de Brasília. Universidade de Brasília, 2006.
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"Muitas mudanças ocorreram nos últimos vinte anos, quando teve início a prática da Baixa Visão em nosso país. O oftalmologista brasileiro, porém, ainda não se conscientizou da responsabilidade que lhe cabe ao determinar se o paciente deve ou não receber um tratamento específico nessa área. Infelizmente, a grande maioria dos pacientes atendidos e tratados permanece sem orientação, convivendo, por muitos anos com uma condição de cegueira desnecessária." (VEITZMAN, 2000, p.3)

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NÃO ESQUEÇA!....

NÃO ESQUEÇA!....

FONTES PARA PESQUISA

  • A VIDA DO BEBÊ - DR. RINALDO DE LAMARE
  • COLEÇÃO DE MANUAIS BÁSICOS CBO - CONSELHO BRASILEIRO DE OFTALMOLOGIA
  • DIDÁTICA: UMA HISTÓRIA REFLEXIVA -PROFª ANGÉLICA RUSSO
  • EDUCAÇÃO INFANTIL: Estratégias o Orientação Pedagógica para Educação de Crianças com Necessidades Educativas Visuais - MARILDA M. G. BRUNO
  • REVISTA BENJAMIN CONSTANT - INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT